1º teaser de OBRACABADA - Ricardo Aleixo & Marcelo Sahea, com imagens feitas em uma das muitas encruzilhadas de Madrid, com áudio extraído do programa de rádio Siglo 21 (rtve.es).
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30 Outubro 2011
28 Outubro 2011
obracabada
Escrito por
marcelo sahea

Numa encruzilhada de Madri, Ricardo Aleixo & Marcelo Sahea, integrantes do recém-criado grupo OBRACABADA – aqui, num frame de uma das muitos videoperformances que realizaram por lá. Do cardápio das aprontações intersígnicas do grupo, que será lançado oficialmente no dia 7 de dezembro, via web, fazem parte os seguintes tópicos: poesia falada cantada gritada sussurada cantofalada + arte sonora + arte vestual + cinema de poesia + música extrema + radiovideoarte + performance + artemídia + macumba para dadafrofuturistas + intervenção urbana + design gráfico + agricultura celeste + desobediência + resistência ativa +
26 Outubro 2011
a bordo da obra
Escrito por
marcelo sahea

(A BORDO DA OBRA - poema de Marcelo Sahea
escrito sobre o atlântico no retorno ao Brasil)
escrito sobre o atlântico no retorno ao Brasil)
Minha passagem por Madri foi uma sequência de gratas alegrias e, como não poderia deixar de ser, um encontro único e valioso. Com o poetamigo Ricardo Aleixo e com os demais. Parabéns aos organizadores e à equipe toda. TODA.
Beirou a perfeição.
As falhas ocorridas no microfone, que quebraram o ritmo da minha apresentação naquela noite, me parecem coadjuvantes cada vez que as revejo. É que faz parte do conceito de Pletórax a incorporação do erro.
Eu não os busco, claro. Nem desejo que estes ocorram. Mas se surgem, procuro aceitá-los como um exercício de autocontrole diante do inevitável. Para mim tem funcionado até agora.
Não sei se funciona para o público.
Talvez o fato tenha contribuído para agravar o entendimento do texto, mas a verdade é que troca não passa por aí. Todo o conjunto de ações que está em curso, as animações, meus gestos, minha voz, o calor, já dão conta do diálogo.
Não é assim que ocorre com os amantes?
O fato é que estou apaixonado por Madri e que preciso voltar. Até porque preciso buscar o coração, que ficou numa daquelas esquinas.




