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28 Novembro 2010
26 Novembro 2010
dica poesilha
Escrito por
marcelo sahea

Caros Amigos e leitores do Selo Demônio Negro,
No próximo dia 02 de dezembro de 2010, a partir da 19 h, apresentaremos uma nova edição dos POEMÓBILES, na Casa das Rosas, em São Paulo. Mais que um lançamento, celebraremos a reedição, após 25 anos, de um objeto-livro composto de poemas tridimensionais que se movem à manipulação, resultado de uma parceria — das mais inovadoras e de fundamental importância para as artes gráficas e suas relações com a poesia no Brasil — entre o poeta Augusto de Campos e o artista e teórico Julio Plaza.
No próximo dia 02 de dezembro de 2010, a partir da 19 h, apresentaremos uma nova edição dos POEMÓBILES, na Casa das Rosas, em São Paulo. Mais que um lançamento, celebraremos a reedição, após 25 anos, de um objeto-livro composto de poemas tridimensionais que se movem à manipulação, resultado de uma parceria — das mais inovadoras e de fundamental importância para as artes gráficas e suas relações com a poesia no Brasil — entre o poeta Augusto de Campos e o artista e teórico Julio Plaza.
Vanderley Mendonça (Editor)
22 Novembro 2010
21 Novembro 2010
20 Novembro 2010
15 Novembro 2010
a poesia sem chão
Escrito por
marcelo sahea
Um dos problemas que sempre comento aqui nesta ilha é o da falta de espaços e de espaços adequados à performance intermídia no Brasil. E quando há o espaço, há uma ideia errônea de que o artista tem de ter sempre à mão (ou nas costas) todo o material para a realização de seu trabalho. É como se quatro paredes, uma tomada (foi exatamente isso que já chegaram a me oferecer) e meia dúzia de e-mails bastassem como "incentivo".
Mas agora eu queria falar sobre algo que eu, até então, julgava inexistente: o desconhecimento da arte de performance como manifestação artística, principalmente em ambientes públicos. Pior ainda, a performance poética. O espanto que causa um poeta (!) que tem um corpo e que usa o seu corpo para realizar a sua arte.
É triste que coisas assim ainda ocorram nos dias de hoje. Ainda mais em uma capital, como a do Rio Grande do Sul, e motivado por alguns 'representantes legítimos' da cultura local. (vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=C20SQnXgMr8)
A poeta gaúcha Telma Scherer, com quem falei ainda hoje, está sob os efeitos do incidente, mas vai superar. Porque esbarrar de peito aberto (mas de corpo fechado) na tal falta de espaço para executar sua arte, ainda que seja em praça pública é apenas uma pedra para ela, que já está enfrentando coisa pior: a impossibilidade (passageira) de pertencer a um lugar, a sua casa, o seu teto.
Porque poesia é, antes de tudo, resistência. Como quer o poetamigo Nicolas Behr, que já foi preso em Brasília DURANTE A DITADURA, por 'posse de material pornográfico' (seus livros de poesia).
Telma Scherer é poeta-performer, tem dois livros publicados, é mestra em literatura comparada pela UFRGS e estudou filosofia. Faz performances há muito tempo e não é desconhecida do público de Porto Alegre. Nem do 'mercado' cultural da capital. TS já integrou a programação, por exemplo, da Feira do livro de Porto Alegre por pelo menos três vezes.
Mas agora eu queria falar sobre algo que eu, até então, julgava inexistente: o desconhecimento da arte de performance como manifestação artística, principalmente em ambientes públicos. Pior ainda, a performance poética. O espanto que causa um poeta (!) que tem um corpo e que usa o seu corpo para realizar a sua arte.
É triste que coisas assim ainda ocorram nos dias de hoje. Ainda mais em uma capital, como a do Rio Grande do Sul, e motivado por alguns 'representantes legítimos' da cultura local. (vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=C20SQnXgMr8)
A poeta gaúcha Telma Scherer, com quem falei ainda hoje, está sob os efeitos do incidente, mas vai superar. Porque esbarrar de peito aberto (mas de corpo fechado) na tal falta de espaço para executar sua arte, ainda que seja em praça pública é apenas uma pedra para ela, que já está enfrentando coisa pior: a impossibilidade (passageira) de pertencer a um lugar, a sua casa, o seu teto.
Porque poesia é, antes de tudo, resistência. Como quer o poetamigo Nicolas Behr, que já foi preso em Brasília DURANTE A DITADURA, por 'posse de material pornográfico' (seus livros de poesia).
Telma Scherer é poeta-performer, tem dois livros publicados, é mestra em literatura comparada pela UFRGS e estudou filosofia. Faz performances há muito tempo e não é desconhecida do público de Porto Alegre. Nem do 'mercado' cultural da capital. TS já integrou a programação, por exemplo, da Feira do livro de Porto Alegre por pelo menos três vezes.
08 Novembro 2010
malabarista de pratos
Escrito por
marcelo sahea
Meia dúzia de projetos sendo desenvolvidos ao mesmíssimo tempo. Tempo que já se tornou escasso para mim há pelo menos 1 ano. Ando me sentindo como um malabarista de pratos chinês. Isso é bom, vem coisa boa e nova por aí, mas acabo ficando mais ausente desta ilha. Estou tentando passar por aqui com mais frequência e não usar este espaço APENAS para divulgação dos meus trabalhos. Vamos ver se consigo.






