Vilma Slomp: roteiro e fotografia | Décio Pignatari: título, texto poético e voz
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31 Maio 2010
décio pignatari - água brasil
Escrito por
marcelo sahea
Vilma Slomp: roteiro e fotografia | Décio Pignatari: título, texto poético e voz
30 Maio 2010
bobby mcferrin & maria joão
Escrito por
marcelo sahea
Esqueça os modismos e pense na importância da improvisação para a arte nesses tempos de indeterminação. A lagoa é muito mais profunda do que aparenta. Observe atentamente. Não é o céu, ali, na superfície? via
29 Maio 2010
24 Maio 2010
22 Maio 2010
21 Maio 2010
chegando
Escrito por
marcelo sahea

Cansado, mas feliz.
Foi ótimo o lançamento em São Paulo. E como sempre digo, o melhor de tudo é rever os amigos, conhecer pessoalmente os amigos virtuais e fazer outros novos.
Grato pelo carinho de todos, da equipe da Annablume, sobretudo pelo apoio e delicadeza do amigo Vanderley Mendonça e sua família adorável.
Gostei da Biblioteca, que é inteiramente dedicada à poesia. Problemas que tiveram com a projeção não permitiram que o público pudesse conferir todos os poemas digitais. Mas segundo os presentes, isso não chegou a prejudicar a minha apresentação.
Beatriz Bajo (com o auxílio luxuoso do poetamigo Marcelo Ariel, que também lançou seu livro novo na noite anterior), Vicente Pietroforte e Flavia Santos fecharam belamente a noite, com suas leituras.
Pena não ter encontrado com o poetamigo Nicolas Behr, que na mesma noite e ao mesmo tempo gravava o Sempre um Papo no SESC da Vila Mariana, no mesmo auditório onde fiz Pletórax, ano passado.
Novas datas de lançamento virão. Quem vier, viverá.
Foi ótimo o lançamento em São Paulo. E como sempre digo, o melhor de tudo é rever os amigos, conhecer pessoalmente os amigos virtuais e fazer outros novos.
Grato pelo carinho de todos, da equipe da Annablume, sobretudo pelo apoio e delicadeza do amigo Vanderley Mendonça e sua família adorável.
Gostei da Biblioteca, que é inteiramente dedicada à poesia. Problemas que tiveram com a projeção não permitiram que o público pudesse conferir todos os poemas digitais. Mas segundo os presentes, isso não chegou a prejudicar a minha apresentação.
Beatriz Bajo (com o auxílio luxuoso do poetamigo Marcelo Ariel, que também lançou seu livro novo na noite anterior), Vicente Pietroforte e Flavia Santos fecharam belamente a noite, com suas leituras.
Pena não ter encontrado com o poetamigo Nicolas Behr, que na mesma noite e ao mesmo tempo gravava o Sempre um Papo no SESC da Vila Mariana, no mesmo auditório onde fiz Pletórax, ano passado.
Novas datas de lançamento virão. Quem vier, viverá.
18 Maio 2010
indo
Escrito por
marcelo sahea
para São palco. Chego hoje mesmo para pedir licença e reconhecer o terreno onde irei me apresentar. Espero todos lá. Nada mais a dizer.
12 Maio 2010
nada a dizer - lançamento
Escrito por
marcelo sahea
Semana que vem acontece o lançamento oficial do meu novo livro em São Paulo, promovido pela [e] editorial. Na mesma noite serão lançados os livros de Beatriz Bajo, Flavia Santos e Antonio Vicente S. Pietroforte.No evento, farei Pletórax, performance já conhecida por quem acompanha meu trabalho.
A ideia era fazer uma performance nova, em que venho labutando há um tempinho, mas uma amigdalite repentina me deixou sem voz. Resultado: o pouco tempo disponível, a falta de disposição física e a impossibilidade de ensaiar inviabilizaram a apresentação do projeto dessa vez.
Mas gostaria de colocar em prática alguns estudos que venho fazendo com, por exemplo, línguas inventadas, e esta me parece uma boa oportunidade. Veremos.
07 Maio 2010
02 Maio 2010
tudo já foi dito
Escrito por
marcelo sahea
Em certo momento de Pletórax (a performance), disparo com meu pedal uma batida que serve de base para o poema Tudo já foi dito. Posso dizer que esse poema é uma assemblage composta por ditos populares de todo o Brasil. Um dito penetrando o outro.Fiz uma compilação desses ditados. Separei os que continham palavras iguais ou intenções semelhantes e como em um quebra-cabeças encaixei as peças. O resultado? Uma paisagem amorfa, um texto corrente forte, mas sem identidade própria. Feito a criatura de Frankenstein. Feito uma tela de Bacon. Feito um manto de Artur Bispo. Feito um RAP sem sentido.
E decidi apresentar este poema como um RAP mesmo. Um RAP de 1'35". Para continuar o elo. Que é tudo da rua. Das veias do mundo. De onde a poesia veio. E acabo de postá-lo na minha página no MySpace. Ouça.
Em tempo: esse poema faz parte do meu novo livro Nada a Dizer, cujo lançamento será esse mês em São Paulo.
01 Maio 2010
saul williams
Escrito por
marcelo sahea
Saul Williams é poeta, performer, ator, cantor, compositor e uma das atrações do Festival Silêncio!, que acontecerá em Lisboa de 16 a 26 de junho.







